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25/01/2017 -
Número de pessoas que contraíram febre amarela em Minas e morreram chega a 32

O surto já é o maior registrado em Minas Gerais

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apresentou novo boletim epidemiológico nesta segunda-feira (23) atualizando os dados referentes à febre amarela no estado. O número de pessoas que contraíram a doença no estado e morreram chegou a 32, sete a mais do que o registrado na última divulgação, na sexta-feira (20). Uma das vítimas contraiu a doença no estado, mas foi diagnosticada e morreu no Distrito Federal.

Os óbitos confirmados ocorreram em 14 municípios. Outras 51 mortes suspeitas seguem em análise. Ao todo, Minas Gerais já soma 391 notificações, das quais 58 tiveram confirmação. Os casos e mortes são considerados confirmados quando o paciente apresenta exame positivo para febre amarela, exame negativo para dengue, exame que aponta disfunção renal, falta ou desconhecimento da vacinação, além dos sintomas compatíveis com a doença.

Na última quinta-feira (19), o subsecretário de Vigilância e Proteção à Saúde, Rodrigo Said, disse à imprensa que o surto já é o maior registrado em Minas Gerais. "Nós tivemos dois grandes surtos em 1999 e 2000. Tivemos também um surto localizado em Ubá e na região centro-oeste do estado em 2010. Mas, este ano já supera tanto em número de casos, como de municípios e de mortes”.

Intensificação vacinal

A febre amarela é causada por um vírus da família Flaviviridae e ocorre em alguns países da América do Sul, América Central e África. No meio rural e silvestre, ela é transmitida pelo mosquito Haemagogus. Já em área urbana, o vetor é o Aedes aegypti, o mesmo da dengue, do vírus Zika e da febre chikungunya. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão da febre amarela no Brasil não ocorre em áreas urbanas desde 1942. A SES-MG considera que nenhum dos casos suspeitos no estado são urbanos.

A principal medida de combate à doença é a vacinação da população. O imunizante é ofertado gratuitamente nos postos de saúde por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). A aplicação ocorre em dose única, devendo ser reforçada após 10 anos. No caso de crianças, o Ministério da Saúde recomenda a administração de uma dose aos nove meses e um reforço aos 4 anos.

A SES-MG informa que o estado está abastecido e que faltas nos postos de saúde serão pontuais e temporárias, quando a demanda no local for superior à capacidade de armazenamento. A orientação do órgão é para que os municípios na região atingida realizem uma intensificação vacinal, ampliando o horário de funcionamento das unidades de saúde, inclusive, nos finais de semana.

 

Fonte: Agência Brasil

Por: Ana Maria Caetano






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