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11/03/2016 - 20:02
Os desafios da saúde relacionadas ao trabalho

Em uma sociedade competitiva em que as demandas de trabalho para o funcionário tem sido maiores, tanto quanto as pressões das organizações, estão deixando o trabalhador em vulnerabilidade, levando ao adoecimento físico e mental, desenvolvendo a síndrome de Burnout.

A Síndrome de Burnout foi reconhecida pelo psicanalista Freudenberger, em 1974. A palavra derivada da síndrome to burn out, que significa queimar e fora, melhor traduzida em queimar por completo. Portanto Síndrome de Burnout é um esgotamento profissional. Psiquiatras apontam que a pessoas como a vontade desmedida de se afirmar e ser reconhecida no local de trabalho, transformam em obstinação e compulsão, consequentemente acarretando a síndrome. 

Já entendemos então que a Síndrome de Burnout se desenvolve devido às demandas excessivas de trabalho e a maneira como a organização lida com o trabalhador, como também a maneira que este se estabelece com o trabalho.  Como perceber então os sintomas?

As características principais de um modo geral; a sensação de esgotamento físico e emocional que se reflete em atitudes negativas, como ausências no trabalho, agressividade, isolamento, mudanças bruscas de humor, irritabilidade, dificuldade de concentração, lapsos de memória, ansiedade, depressão, pessimismo, baixa autoestima. Os sintomas físicos da síndrome são; dor de cabeça, enxaqueca, cansaço, sudorese, palpitação, pressão alta, dores musculares, insônia, crises de asma, distúrbios gastrintestinais. Em mulheres, as alterações no ciclo menstrual são um sintoma físico importante. Podendo muitas vezes levar ao uso de álcool e outras drogas como também ao suicídio.

O tratamento para Síndrome de Burnout é a busca de ajuda médica, acompanhamento com psicólogo, como também a reorganização das tarefas de trabalho. Ter convívio social com pessoas de vínculo afetivo, lazer, diversão, repouso. Vários estudos apontam proveitos da atividade física no tratamento para dessa síndrome. Também é importante prevenir que a pessoa seja posto a trabalhos em turnos diferentes, para preservar o ciclo circadiano (de sono e vigília), e que às organizações olhem com cuidado para a pressão exercida no ambiente de trabalho.






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