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15/07/2015 - 14:00
Manoel Mendes

Ética e comunicação

Hoje, no espaço de boas práticas, vamos escrever sobre um personagem que contribuiu muito para o desenvolvimento de Carmo em diversos setores: Manoel Eugênio Mendes. Filho de João Antônio Mendes, herdou a determinação do pai e a bondade da mãe, Ana Silvério, conhecida como Donana.

Manoel Mendes, formado em farmácia, casado com D. Zilda Laura de Oliveira, professora, que ocupou o cargo de diretora. Tiveram seis filhos: Celinha, Titize, Maria Helena, Ana Lúcia, todas professoras - era a profissão de maior destaque da época – e os dois mais novos, Paulo, formado em administração, e Romero, que estudou engenharia.

Sr. Manoel Mendes, como era respeitosamente tratado por todos; personalidade forte, líder. Poucas foram as decisões políticas da época que não contaram com a sua participação. Com todos os seus atributos, podemos destacar, pelo pequeno espaço aqui disponível, o que acreditamos ser o principal: a ética. Conta-se que, quando assumiu o cargo de prefeito, foi asfaltada uma das ruas de Carmo, e a empresa, por erro de cálculo, fez o asfalto com um centímetro a menos. Ele exigiu que fizessem uma nova pavimentação. Quando se fazia negócio com ele, podia-se confiar.

Era conhecido e admirado por todos, pela sua inteligência, cultura e educação; um dos homens mais cultos de Carmo de sua época. Mas, mesmo com todos esses valores, não deixava de ajudar a todos, por meio de uma paixão pela comunicação: durante muitos anos, foi dono e operador do único radioamador da cidade, cujo prefixo era PY4AJO. Naquele tempo era o único veículo de comunicação de Carmo. Através dele a comunidade interagia - problemas de saúde, acidentes e fatos relevantes - não havia hora, seu rádio ficava ligado vinte quatro horas a serviço de todos.

Teve uma farmácia e, em sociedade com Fernando Passos, criou a agência da Ford, que durante muitos anos foi uma das melhores da região. A empresa era também um ponto de encontro de muitos, onde se tomava um cafezinho e se ouviam do Manoel as últimas notícias, porque ele estava sempre atualizado.

Manoel tinha três paixões: Família, Carmo e Comunicação. A primeira antena de TV foi iniciativa dele, com apoio do gerente do Banco do Brasil, Sr. Roosevelt, e montada por Álvaro Guimarães. Pela sua característica, tinha sempre a casa cheia. Os amigos mais próximos eram Amadeu Carneiro, João Carvalho, Clodoveu Caetano, Elias de Deus Vieira, Mizael, José Carvalho, Lázaro Guimarães... com a lista, ocuparei todo este espaço. Saía pouco, porque o ponto de todos era a sua casa. Religioso, cursilhista e sempre pensando no seu Carmo.

 

Histórias como esta, de bons princípios e valores, é que têm contribuído na formação dos carmenses. Práticas a serem seguidas.






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