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15/07/2015 - 13:58
Gabriel Rezende

Família. Coerente e amigo

A história de hoje só não é um mito porque aconteceu. Vamos falar um pouco sobre uma das famílias das quais Carmo tem muito orgulho: a de Gabriel e Adalgisa. Como faz bem à alma fazer esta página!

Tiveram doze filhos - Lurdinha, Hélio, José Humberto, Paulo, Regina, Eduardo, Gabriel, Giza, Horizino, Sancha, Luís Mauro, João Bosco. Acreditamos que a geração atual nem consegue imaginar o que é constituir uma família dessa dimensão, quando a média nacional já é, há algum tempo, de dois filhos por família. Utilizando aqui as palavras do amigo de todos, Gabriel: “doze filhos, todos honrados e bons”.

Adalgisa fez a opção que hoje poucas fazem: ser mãe vinte e quatro horas. Gabriel, em razão de uma doença da esposa, mudou-se várias vezes em busca de recursos especializados. Moraram em Araxá, Uberaba... Gabriel teve uma dedicação e um carinho especial para com os filhos, amigos e principalmente a esposa durante os 57 anos de casados. Levantava cedo, fazia café e levava para Adalgisa. Tinha a casa cheia. Aos domingos era normal encontrar em sua casa trinta pessoas no almoço, entre filhos, netos, parentes e amigos, e, nos dias de semana, alguns pacientes que moravam nas fazendas eram convidados para almoçar.

Além de todos esses atributos, era um amigo de primeira hora, companheiro, solidário, e, sobretudo caridoso: já com oitenta anos, levantava-se cedo aos domingos a fim de fazer sopa para as pessoas necessitadas. Guiava-se pela religiosidade. Para ser mais alegre, e como todo bom carmense, tinha o seu time, era atleticano convicto.

Formou-se em odontologia com muita luta. Começou a atividade profissional na zona rural da cidade de Rio Paranaíba, teve consultório também no Grande Hotel de Araxá. Não tinha pressa em atender seus pacientes, preocupava-se em ajudar cada um. Até meteorologia acompanhava para informá-los quando ia chover. Ler era um dos seus bons costumes, lia tudo: jornal, revista, poesia e acompanhava os noticiários; mente aberta. Gostava de ver gente: quando não tinha nada para fazer, ficava na porta para conversar ou cumprimentar os que passavam, era um amigo de todos.

 

Estava sempre saindo de sua zona de conforto para ajudar a comunidade. Maçom, vereador e presidente das Câmaras Municipais em duas cidades, Rio Paranaíba e Carmo, pautava pela coerência e pelo companheirismo também na vida pública, fato igualmente pouco comum nos dias de hoje. Mais um valor de Carmo e uma prática a ser seguida.






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