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15/07/2015 - 13:55
Victoria Guimarães Veloso

A beleza que vem do coração

Este ano tive o prazer de escrever nesta página sobre as coisas boas que Carmo tem. Pretendo continuar em 2011, por acreditar que na vida a maioria das coisas é boa, apesar de a imprensa, de uma forma geral, destacar as más notícias, talvez por serem em menor número.

 

Nesta última edição do ano, com muita alegria escrevo sobre o casal amigo Haroldo e Alexia, para falar da festa de quinze anos de sua filha Victoria, de sua família, amigos - e só não foi possível irem mais pessoas porque o local era pequeno para atender as amizades e o carinho que a família tem com todos do seu relacionamento. Mas as pessoas entendem como esta é uma decisão difícil.

 

Não há como explicar a beleza, a recepção e principalmente o clima de amizade que predominou durante toda a festa. Todas as mulheres presentes, indiferentemente de idade, estavam fazendo quinze anos, pela jovialidade e alegria com que cumprimentavam a todos. Havia sorrisos em todos os rostos. A única explicação para isso é que o evento da Victoria foi feito com muito amor e carinho. O mais visível não era a beleza, o bom gosto e a parte material do evento, mas a luz que estava presente, no irmão, avós, pais, tios, tias, primos e convidados. Foi uma noite em que o pulsar dos corações era sentido.

 

Victoria não foi o centro das atenções: com seu olhar atento, inteligente, agradecendo a todos com um sorriso, ela soube dividir a festa. De Paulo Victor, seu irmão, a Felipe, primo mais jovem, filho de Viviane, todos tiveram seu destaque dentro do cerimonial – este, feito com perfeição. Os avós Paulo e Nadinho não apenas dançaram, flutuaram no salão, e os olhos das avós acompanharam no mesmo ritmo. Lágrimas de emoção não faltaram.

 

Foi uma festa diferente, cheia de sentimento. Todos com certeza comemoraram nesta noite inesquecível novamente os seus quinze anos, principalmente os superpais, Haroldo e Alexia, e os avós, que permaneceram sorrindo, alegres, durante todo o tempo.

 

 

Esta é mais uma prática que mostra que o carmense é um povo diferente, porque não apenas faz bem feito, faz com amor. Temos a certeza de que a Victoria veio para ser feliz e reforçar o conceito de que a vida é boa para quem é boa para ela.






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