João Eduardo Santana

Tenho 18 anos, nasci na cidade de Caeté/MG, onde resido. Filho de mãe professora e de pai comerciante, sempre tive como prazer a leitura e a escrita. Sou Católico praticante, membro da Renovação Carismática Católica e da Pastoral Jovem da Arquidiocese de Belo Horizonte. Colunista de sites de toda a Minas Gerais, também radialista e apresentador. Atualmente, me preparando para começar o curso de Direito. Agora, como vim parar em Carmo do Paranaíba? Simples: minha família é dessa cidade abençoada. Avós, tios e primos, todos residem aí. E todos os anos, nos meses de julho e dezembro/janeiro , visito essas terras e revejo meus amigos e família. Já morei no Carmo durante um ano (2003), no período em que minha mãe se recuperava do parto de meu irmão Gabriel, que nasceu em Patos de Minas. Traduzindo: Carmo do Paranaíba para mim é um “pedaço do céu”.



Tamanho da letra


PAPA FRANCISCO: “UMA IGREJA PARA OS POBRES!”

E em sua primeira coletiva de imprensa, o Papa Francisco em tudo surpreendeu. Chegou sem alarde, apesar de ter sido ovacionado pelos quase cinco mil jornalistas que estavam no auditório Paulo VI, e sem os famosos sapatos “Prada” de cor vermelha, que fazem parte da vestimenta oficial dos pontífices. Com um simples calçado preto de cadarços e com um sorriso contagiante, o novo líder da Igreja contou aos jornalistas um pouco da origem de seu nome papal e das emoções do Conclave que o elegeu.


O Papa Francisco contou à imprensa, que o nome adotado para seu pontificado surgiu após um breve diálogo com o Cardeal Arcebispo Emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes. "Na eleição eu tinha a meu lado o arcebispo [emérito] de São Paulo e prefeito emérito da Congregação para o Clero, o cardeal Claudio Hummes, um grande amigo", contou. "Quando a coisa começou a ficar perigosa, ele começou a me tranqüilizar e, quando os votos chegaram a dois terços, e aconteceu o aplauso esperado --pois, afinal, eu havia sido escolhido o papa, ele me abraçou, me beijou e disse 'não se esqueça dos pobres'. Aquela palavra entrou na minha cabeça. Os pobres."


E ainda ressaltou a sua visão de Igreja nos tempos atuais: "Como eu gostaria de uma igreja pobre, para os pobres", acrescentou. Disse também sobre a renúncia de Bento XVI, "O protagonista é o Espírito Santo. Ele inspirou a decisão de Bento 16 [de renunciar] pelo bem da igreja, ele dirigiu a eleição dos cardeais", concluiu.


Uma Igreja para os pobres. Visão interessante, que nos leva a crer que profundas mudanças dentro da Santa Sé poderão ocorrer em breve. De gestos simples, como abraçar e visitar enfermos, pagar a conta do hotel em que estava hospedado antes do início das Congregações Gerais, tomar chá mate e abençoar um cão-guia acompanhante de um jornalista cego, Francisco já está sendo chamado de “Papa Populis” (Papa do Povo). Um Papa que convida aos Bispos que saiam de seus palácios e enfrentem as duras realidades das periferias das grandes cidades e que afirma que a Igreja não existe sem Cruz, fazendo menção às criticas que ele mesmo  







 


Publicidade


 


 



 



 

 





 

 




 










2011 cponline.com.br Todos os direitos reservados.