Geraldo Ribeiro de Oliveira

Geraldo Ribeiro de Oliveira (Punga) é aposentado, cursou contabilidade, também é ex-vereador. É sócio fundador da Associação Beneficente Comunitária e Cultural de Carmo do Paranaíba, membro da Associação dos Deficientes de Carmo do Paranaíba, sócio fundador do Centro Espírita Bezerra de Menezes. Tornou-se Espírita em 1960. É portador de necessidades especiais e vive há trinta anos em uma cama ortopédica. Publicou um livro, em 2010: “Casos que o tempo ainda não levou.” Ministra palestras voltadas para os problemas do ser, do destino e da dor. Hoje, trabalha em favor das “causas humanísticas.”



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Você envia mensagem Subliminar?

 Mensagem subliminar é a definição usada para o tipo de mensagem que não pode ser captada diretamente pelos sentidos humanos. Subliminar é tudo aquilo que está abaixo do limiar, a menor sensação detectável conscientemente.
Persuasão subliminar seria a capacidade que uma mensagem teria de influenciar o receptor. Segundo a hipótese, toda mensagem subliminar tem um determinado grau de persuasão, e pode vir a influenciar tanto as vontades de uma forma imediata (fazendo por exemplo, uma pessoa sentir vontade de beber ou comer algo), como até mesmo modificar a personalidade ou gostos pessoais de alguém a longo prazo (mudando o seu comportamento, transformando uma pessoa tímida em extrovertida). Esse grau de persuasão varia de acordo com o tempo de exposição à mensagem, e a personalidade de quem a recebe.

Existe uma mensagem aparentemente secreta, muito usada por profissionais liberais e companhia.
É o médico, o advogado, o contador, o psicólogo, ou seja, aquele que desenvolve atividade empresarial unipessoal, pelo seu próprio trabalho, com emprego de técnica e conhecimentos específicos. Esses desenvolveram muito bem a arte de escamotear o tempo das pessoas.
Funciona na base da dicriminação, e você nem percebe. Se o dentista marcou seu horário para as 9 hs, e o atendimento aconteceu as 10 hs, o recado secreto foi o seguinte: eu sou mais importante que você! O meu tempo vale mais que o seu! Minha profissão é mais decente que a sua! Eu não posso perder tempo e você pode, etc.

O seu amigo marcou de ir a sua casa ao meio dia, você esperou ele não apareceu nem desmarcou, o recado secreto foi: otário, você ainda acredita nas minhas desculpas? Eu tenho mais mérito que você, fui concursado, sou servidor púbico, você que me espere! O povo ao eleger o palhaço “Tiririca” para Deputado Federal, passou um recado aos políticos: escolhemos sinceridade e humildade. Esses pequenos exemplos servem de alerta, imagina quantos torpedos desse gênero você recebe por dia. Eles são passados pelo inconsciente, é um conjunto de fatos psíquicos que atuam sobre a conduta do indivíduo, mas escapam ao ânbito da consciência.
Cuidado as palavras “eu amo você” estão levando um recado secreto: estou pronta para abandona-lo (a) a qualquer momento.

Podemos anular as mensagens subliminares, “amando a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a nós mesmos.
” Em todas as classes sociais deve haver o respeito, não esquecendo o recado do maior psicólogo que a terra já conheceu: Jesus de Nazaré.

Até a próxima.





Você gosta de ouvir ou falar palavrões?

 É bem possível que existam pessoas que apreciem ouvir palavras chulas, de baixo calão. Todavia, aqueles que as proferem não levam em conta a grande maioria das que abominam esse hábito infeliz. O bom senso estabelece que aquele que gosta de dizer palavrões deveria prestar atenção à sua volta para não violar a intimidade dos ouvintes, mas é mais lógico admitir que quem diz palavrões em público é desprovido de bom senso.

Os que discordam desse ponto de vista provavelmente dirão que são simples palavras, que não há mal nenhum nisso. No entanto, as palavras são veículos que transmitem mensagens. E, por certo, os palavrões são a mensagem da irreverência. É a comunicação do feio, da agressividade, além de um grande desrespeito ao comportamento educado. Infelizmente, nos dias atuais, o palavrão faz parte de grande parte dos meios de comunicação. Está nos programas de televisão de baixo nível, nos programas radiofônicos, nos jornais, revistas, músicas etc.

Confundindo-se o que é comum com o que é normal, o palavrão é levado à conta de normalidade. Todavia, o uso generalizado jamais fará com que esse hábito pernicioso seja normal. Podemos dizer que é comum, porque muitos fazem uso dele, mas não podemos admitir que seja normal. Pessoas educadas e de bom senso não se permitem esse tipo de expressão. Programas sérios e bem elaborados não necessitam desse expediente.

Canções bem inspiradas e de cunho elevado dispensam as palavras chulas, que, aliás, dão mostra de pouca criatividade. O uso de palavrões geralmente é defendido sob a designação de liberdade... Mas liberdade de quem? Se a linguagem do feio passar a fazer parte integrante da nossa sociedade a ponto de ser impossível escapar dela, então perguntaremos: Quem é livre e quem não o é? Se aquele que gosta de falar obscenidades é livre para dizê-las, aquele que não gosta de ouvi-las deve, igualmente, ter a liberdade de não ter seus ouvidos convertidos em lixeiras. O que mais se lamenta, nesse caso, é o fato de os próprios educadores, na condição de pais ou professores, fazerem uso de palavrões com naturalidade, como se fosse uma prática normal.

Conforme ensinou-nos Jesus, o Espírito mais sábio que a Humanidade conheceu, a boca fala do que está cheio o coração. Assim sendo, antes de proferir uma palavra, prestemos atenção na mensagem que ela estará veiculando, pois ela dará notícias das coisas que trazemos na intimidade.

Baseado no texto: Momento espírita.







 


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